RETOMADA das atividades comerciais na cidade causaram algumas polêmicas nas portas de lojas devido ao número de pessoas buscando saldar carnês de pagamentos que estavam em atraso. O pior é que algumas não isentam do juro e multa pelo atraso e agora com a liberação do funcionamento, mas restringindo a somente 2 clientes por vez no estabelecimento formam-se filas para pagamento. População tem de entender que não se “liberou geral” da quarentena e que ainda há restrições de mobilidade e obrigatoriedade de distanciamento social. O pior é a loja penalizar o cliente com juros e multa por não conseguir pagar devido ao estabelecimento estar fechado.

PESSOAS idosas estão duplamente penalizadas, pois além da recomendação ser maior para a não circulação nas ruas estas somente pagam conta pelo sistema presencial. Contas vencidas durante a quarentena tiveram seus vencimentos normais e a cobrança de encargos, pois alegam que poderiam pagar por sistema eletrônico. Grande maioria dos idosos não conseguem utilizar sistemas virtuais ou eletrônicos para pagamento de contas e deveriam abolir de comprar nestes estabelecimentos que além de receberem ainda penalizam com encargos estando a loja fechada quando do vencimento. Na hora de vender a loja estava aberta e da mesma forma deveria estar para poder receber.

ARREFECIMENTO das medidas adotadas para a quarentena na cidade busca encaminhar para a normalização do funcionamento do comércio em geral mesmo com restrições. O pior tem sido as atividades bancárias que não retornaram ao atendimento dos caixas e ao público com acesso muito restrito. Para completar nenhum banco tem mostrado facilidades no crédito emergencial às micro e pequenas empresas dentro do que preconizou o governo com a Febraban. Nada de juros baixos e há agências que nem sabem se haverá por não terem recebido qualquer instrução sobre linhas de crédito baratas aos empresários.