A ideologia da idiotização e da negação da história atingiu o ponto máximo do poder no Brasil. Não bastasse os milhares de militontos, de segregadores de pessoas e pregadores da discórdia da população brasileira eis que surge na magistratura a idiotização do óbvio ululante. Talvez para estes “ululante” veem a palavra atrelada à identificação com o analfabeto e alcolêmico ex-presidente e lesa pátria Lula.

Triste uma nação inteira estar vivenciando uma pandemia que serviu para a maior roubalheira de recursos públicos e ainda bradado como para “salvar vidas”, enquanto a Suprema Corte da Justiça brasileira se debruça para votar se “a roda é quadrada”. O pior é que quase conseguiram isto. Os 11 ministros se viram obrigados a votar o artigo 57, parágrafo 4º, da Carta Magna em sua emenda de nº 50/2006. Este diz textualmente que: “Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias, a partir de 1º de fevereiro, no primeiro ano da legislatura, para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas para mandato de dois anos, vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente.”

Ao ler-se o parágrafo já se sabe do que se trata, mas a idiotização a fixação de permanência no poder torna o mais inteligente no mais ignorante para cristalizar sua tese. Assim agiram os atuais presidentes das casas legislativas e seus “amigos” da toga. Incrivelmente cinco ministros conseguiram ver as luzes da ribalta e quase atravessar “o rubicon”. Entenderam estes cinco malévolos que deveriam defender a Constituição e a quiseram torna-la inconstitucional. Como pode Lewandowski, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Kássio Marques e Dias Toffoli depois de 32 anos da Constituição de 88 alvorarem-se a desvirtuar o entendimento pacífico de texto tão claro como o do presente parágrafo da Constituição levado a plenário. Se a Educação no país está levando a juventude a um empobrecimento de conhecimentos e a partidarização que se pode esperar do futuro destas gerações. Se o STF apresenta tamanha vergonha nacional na discussão de tema pacificado pela clareza do texto, o que será da língua portuguesa nos próximos anos, agora ainda como o ensino não presencial.

Os nobres ministros que votaram a favor da reeleição, certamente não leram a Constituição e que são muito bem pagos para serem os guardiães da doutrina jurídica. Estes buscaram mostrar ao povo que tudo podem até mesmo decretar que a roda é quadrada com suas eloquentes e não menos estapafúrdias argumentações quando poderiam simplesmente serem assertivos e simplesmente dizerem “cumpra-se o texto constitucional”.

Já não basta a solapada dada por Levandowski quando o impeachment da ignóbil ex-presidenta que deveria ter sido penalizada como previa a Constituição para o caso. Mas este e Renan Calheiros fizeram uma meia Constituição e hoje vemos esta escalofobética senhora a gastar milhões de recursos públicos para demandar contra o país que a alimenta e sustenta com luxos e mordomias.

O povo certamente daria a resposta a toda esta bandalheira, pois o crescimento das mídias sociais não mais deixa a população às cegas e conduzida pela mão das fake News de grandes conglomerados da mídia que estão alinhados com a esquerda comunista.