Cada que passa fica caracterizada que a pandemia no Brasil virou pandemônio. Isto se evidencia com as ações do STF, dos governadores, prefeitos da turma da esquerda que adora um caos e que busca engessar as ações do governo federal. Já o governo federal busca conciliar pandemia com economia e é atacado por um grupo de mídia que quer calar as redes sociais para recuperar a hegemonia da “verdade” das notícias a peso de ouro e alimentada pela raivosidade de um ministro do STF que se sente ofendido.

Desde o começo da pandemia houve a possibilidade do uso da hidroxicloroquina e mais recentemente a Ivermectina como apaniguadores da ação do coronavírus no que se denominou “kit Covid”. O presidente Bolsonaro alardeou resultados que alguns médicos haviam conseguido com estes medicamentos, mas um ministro seguiu a linha contrária disseminando a falta de “evidências científicas”. Uma jornalista gaúcha classificou o medicamento como placebo para o coronavírus, mesmo com dezenas de médicos e pessoas declarando terem sido curadas da contaminação. Esqueceram que quando da aplicação da Cloroquina para pacientes e puérperas com Zyca e Chicungunha em Recife as “evidências científicas” foram a diminuição dos casos. Então o placebo virou salvação, mas para o coronavírus o problema maior era o presidente vir a ter razão e com isto ampliar a popularidade perante os brasileiros.

Vários políticos, incluindo o secretário de Saúde do Governo Dória foi medicado com Cloroquina quando contaminado pelo coronavírus e pressionado foi a público falar do tratamento e logo saiu da mídia e do cargo. A médica baiana que implorou pelo kit Covid ao presidente foi censurada pelo governador da Bahia e segue com seu protocolo, assim com dezenas de outros médicos. Todos contrariaram o protocolo de Mandetta que preconizava ao paciente para ao sentir os sintomas ficasse isolado e, somente se tivesse dificuldade respiratória deveria buscar hospitalização, em termos mais simples, seria somente quando estivesse tropeçando no caixão para ser entubado e ocupar um leito de hospital. Assim se achataria a curva e o país seguiria em linha reta para a decadência da economia, para aumento de mortes de por outras doenças, para o aumento da criminalidade, dos casos de suicídio, para aumento da pobreza e a derrocada total de uma nação.

Agora começam a surgir resistências por parte de médicos com relação a este protocolo que já foi alterado. Os casos que somente um médico atendeu que foram mais de 300 evitaram a forma grave da contaminação. Se isto não é uma evidência científica ao menos é um alento para os milhões de brasileiros que tem a chance de buscar fugir do protocolo do “tropeçar no caixão” de Mandetta. Deveriam as universidades buscar esta comprovação enquanto ainda o país está em processo de contaminação para analisar os efeitos benéficos destes medicamentos. Ou se prefere vacina chinesa tendo brasileiros como cobaias? Alguns recebendo a vacina e outros placebo. Por que não testaram nossos “especialistas” este, que a jornalista chama de placebo, e que médicos já utilizaram e garantem eficácia. Se o uso da cloroquina e da ivermectina reduzem a gravidade da contaminação, evitando entubar pacientes, por que não buscam se certificar? O assunto já tem 5 meses tempo suficiente para uma testagem numerosa.

A única “evidência científica” é que Carnaval pode levar um país inteiro para uma pandemia, Rio de Janeiro e São Paulo que o digam. Mas se for comprovada a eficácia para reduzir a gravidade para a Covid utilizando o kit Covid, logo conheceremos os genocídas sino-brasileiros.