Governadores e prefeitos não mais seguram a população com a chegada do tão esperado período de festas e férias. Nem o lacrador do prefeito Dória, que após fechar o estado São Paulo e aumentar impostos resistiu a tentação de umas férias neste período.

Os positivistas do coronavírus que deixaram o vírus entrar no país e se disseminar em fevereiro deste ano ainda tiveram a concordância do ninho de abutres da nação para serem carrascos do povo. Derrubaram a economia e levaram milhares ao desemprego e a viverem de auxílio emergencial, que agora tentam esticar as tetas da viúva para bancar a ânsia por poder e dos holofotes da mídia paulistana e carioca. Acusam o presidente de negacionista, genocida e tantos outros adjetivos vindos dos mamadores de plantão.

Muito se ouviu em “achatar a curva” para o sistema de saúde estar preparado para a onda infecciosa. Milhões foram despejados pelo Governo Federal em estados e municípios para o enfrentamento da pandemia. O que fizeram foi caixa para campanha eleitoral ou para seus próprios bolsos. Aqui, Eduardo Leite conseguiu pagar em dia o funcionalismo, quando a tônica era a contaminação e não mais o parcelamento. Mas onde foram parar os leitos de UTI, treinamento de pessoal, EPIs, higienização nas escolas, o serviço público, a flexibilização tributária, auxílio às famílias e pessoas que perderam seus empregos? O “negacionista” a ele foi negado o poder de decidir sobre isto e ainda boicotado pelo ministro traíra da Saúde. Já os positivistas ficaram a armar complôs para derrubar o presidente. Então digam quem é genocida? São aqueles que tiveram o dinheiro e a autorização para conduzir o processo de controle sanitário, prefeitos e governadores.

Mas aqui no nosso Rio Grande temos algumas pérolas. Desde prefeitos e secretários ligados a instituições sociais como a Abrassi que desviaram recursos dos municípios onde atuou, inclusive suspeita-se que em Osório e Terra de Areia. Ao famoso sistema de bandeiras criado pelo governo estadual mediante contratação da UFPEL. A partir daí passamos a ver tudo laranja e vermelho. Veio a campanha eleitoral e logo veio a bandeira preta que logo depois da reação da população começou a alaranjar.

O Litoral Norte praticamente sempre na bandeira laranja e no limiar de preta teria assim ocorrido se prefeitos e empresários da região não se levantassem contrários. A região seria terra arrasada com todo comércio fechado, hotéis, restaurantes, lancherias e, acreditem, até a beira mar. Em nossa região  tal vírus certamente irá tomar banho de sol e de água salgada, isto se não fosse varrido pelo nordestão ou pelo mar chocolate. Também as águas-vivas.

O gaúcho não suporta este vai e vem de bandeiras. O estado deveria ter instalados centenas de leitos de UTI e até duplicado a atual capacidade do litoral, mas tudo indica que na semana que vem aumentará somente mais 10 leitos no hospital de Osório. Esta falta de visão vai levar o litoral para a bandeira roxa (de vergonha se tivessem) por não terem instalados mais leitos há mais tempo. A capital e região metropolitana estão caindo drasticamente os números de casos e podem até final de fevereiro e março chegar a bandeira amarela, por que todos já estão chegando no litoral, basta ver a BR 290 e demais acessos ao litoral com engarrafamentos para o descanso junto ao mar, isto se os positivistas deixarem o veranista chegar perto.