Barroso está certo

A proximidade das eleições presidenciais a cada dia revela a importância deste pleito para o futuro do Brasil como nação democrática e de importância crucial para o mundo. Todas as ações vistas contra o governo federal demonstram o quanto o desespero da esquerda está levando muitos a até mesmo solapar a Constituição e a desafiar as Forças Armadas. Um bando de corruptos, vendilhões da pátria em busca de um quinhão para levar o maior bandido da nação e bobo da corte a cena do crime, como bem definiu o seu agora vice-candidato.
O ministro Barroso em suas fugidinhas do Brasil para exibir sua pavonice e a mediocridade de suas ideias tem transformado nossa Suprema Corte num supremo picadeiro diante de tanta palhaçada jurídica. Já protagonizou em Boston um arroubo de poder participando do seminário de esquerda sobre “como derrubar um presidente”, deixando claro sua posição ativista de esquerda. Agora ao ser interpelado em palestra em Londres na Universidade de Oxford citou a pérola de que o Brasil sofre um déficit imenso de civilidade” ao ser confrontado por participante e chamado de mentiroso.
O Ministro Barroso nesta lucidez de extrema petulância e de má interpretação de texto simples ainda acredita que o brasileiro era a favor do voto em cédula, quando na realidade seria o voto impresso eletronicamente e depositado em urna automaticamente. Mas claro que isto não poderia atender aos interesses da esquerda que se arma para tomar o poder “democraticamente”. O déficit de civilidade que o nobre ministro desconhece está justo no circo que transformaram o STF. É civilidade libertar o maior ladrão da nação, após condenações em várias instâncias? É civilidade um Ministro do STF proibir ação policial num dos maiores redutos de criminalidade, tráfico de armas e drogas como são os morros cariocas? Também é civilidade um Ministro do STF fazer sua própria Constituição a ponto de dar inveja a Nero, o Rei de Roma? É civilidade ministros do STF intervir em ações governamentais em um estado de emergência sanitária para outorgar poderes a prefeitos e governadores que roubaram verbas destinadas a Covid e em nada equiparam hospitais ou melhoraram o atendimento em Saúde e ainda gerando milhares de mortes com o “fique em casa”? É civilidade libertar um dos maiores traficantes de drogas do país, após milhões serem gastos para a captura e um capricho jurídico desfaz todo um trabalho minucioso realizado pela PF? É civilidade proibir investigar um homicida que quase vitimou um candidato a presidente? É
civilidade validar escutas e gravações clandestinas de hacker com contatos imediatos com anglo-brasileira Manuela Dávila? É civilidade dar crédito a um bandido que estimula o roubo de celulares pelos “guris” que matam sem dó nem piedade? É civilidade o STF ser o boteco da esquina para gentalha como Randolfe DPVAT Rodrigues? Também seria civilidade a CPI da Covid tendo como presidente um ladrão de recursos públicos do estado do Amazonas em que a família toda esteve presa por roubos de recursos na Saúde do Amazonas? É civilidade aplicar meio dispositivo constitucional para uma dislexa, guerrilheira e quadrilheira quando do seu impeachment?
Realmente o Ministro Barroso tem razão em haver um déficit de civilidade no país, quando estes mesmos ministros criam a jurisprudência de como ultrapassar os limites da lei e da Constituição.
O que se espera é que a população mantenha a civilidade para votar e exigir eleições limpas e não um golpe democrático como se vislumbra. A América Latina já está sob este déficit de civilidade e o povo destas nações já estão tendo as agruras de não terem se acordado antes de entrarem no brete do extermínio como ocorreram com milhares nos regimes comunistas “democráticos”. Como diz o nobre Barroso está tudo ali na internet, como fotos e fatos bem claros para todos verem, mesmo os de memória e orelhas curtas.


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