DECISÕES do STF são afrontas ao Executivo. São nomeações impedidas por pretensos atos futuros, transferir autonomia a estados e municípios, e agora impedir que embaixadores venezuelanos sejam repatriados. Estas são algumas das situações, entre tantas outras que interferem no Legislativo e no Executivo num flagrante desrespeito às competências dos poderes como prevê a Constituição. Onde estavam os cumpridores da Constituição quando solaparam os cofres públicos, que permitiram, mesmo com decreto de emergência de saúde pública, deixou realizar o Carnaval? O STF está a testar a paciência da população. E a OAB nacional?

SEGURADORA Líder divulgou esta semana que em 10 estados em 2019 houveram 23.757 mortes no trânsito. O coronavírus causou 16.118 mortes em dois meses a espera do pico da curva. De janeiro a abril deste ano morreram 63.422 somente de pneumonia segundo dados do Ministério da Saúde. De septicemia foram 51.462 pessoas. O pior é que mesmo com estes dados governadores e prefeitos consideram o isolamento e a paralisação das atividades o remédio para evitar mortes. O que faltou aos governantes foi investimento em saúde, pois milhares de pessoas morrem de tuberculose, crianças aos milhares antes de atingir os 5 anos de idade. Mas o que não tinha era dinheiro público liberado sem licitação. Além disso, o Estado que apresentar mais casos de Covid-19 ganha mais recursos da União. Com todas estas outras doenças fatais e curáveis como é a tuberculose deixou-se de investir no sistema de saúde para construir estádios e dar dinheiro a repúblicas de esquerda mundo afora.

ENQUANTO não termina as restrições ao funcionamento do comércio e serviços em geral, em alguns municípios e estados seguem fazendo o isolamento total com o #fiqueemcasa. Vários estabelecimentos comerciais fecharam suas portas, mais pessoas surgem nas ruas pedindo esmolas, casos de suicídio, depressão, stress, feminicídio, abuso de menores e outros tantos aumentam consideravelmente. Para ajudar a Justiça liberou em muitos estados dezenas de presos às ruas para que tivessem proteção contra o contágio pelo Covid-19. Se o trabalhador e a população mais carente se obriga a ir para as ruas para conseguir o que comer, o que dirá os milhares de apenados liberados a serviço do crime. No Brasil a pandemia é de consciência dos políticos que estão preocupados em derrubar o Presidente e não em salvar vidas, mas condená-las a prisão domiciliar e a miséria.

USO da Hidroxiclorina, Azitromicina e corticoides deveria estar sendo usado antes que a situação do paciente chegue ao estado grave. A Hidroxicloriquina é usada contra a malária e foi muito empregado para o combate a Zyca, inclusive em pacientes grávidas, quando da ocorrência de inúmeros casos ocorridos em Pernambuco. O medicamento foi descoberto a décadas e não há as contraindicações que tanto argumentam, uma vez que pacientes grávidas foram medicadas. A Ivermectina tem bons resultados em pesquisa realizada na Austrália, mas não foi testada em humanos. Mas o interessante é que este remédio a Hidroxicloroquina já tem uma larga aplicação humana em várias doenças e sabe seus efeitos colaterais. Já o extrato de maconha até o STF liberou para importação para tratar de pacientes com problemas mentais, mesmo sem comprovação médica. Por que deixar pacientes sem este tratamento quando há a suspeita da Covi-19? Medicina ou politicagem pura?

TODAS as regiões da Secretaria Estadual da Saúde receberam quantidades de Hidroxicloroquina para uso hospitalar no início do mês de maio, com vistas a atender a necessidade de pacientes que venham a precisar do medicamento. O governo federal produziu através do Exército milhões de comprimidos da medicação e estão estocados para distribuição gratuita à população. Mas tudo indica que serão gastos bilhões em respiradores, caixões, covas, velas, e mais o que vão desviar para não terem de usar a medicação que já está pronta. Preferem ver pessoas morrerem a dar-lhes a oportunidade de virem a se salvar.