MORADORA de Osório recorreu às redes sociais para reclamar do atendimento da UPA, aliás, do não atendimento. Em seu depoimento registrado em vídeo diz ter aguardado por horas o pretendido atendimento e não havia médico disponível ou nem havia algum naquela manhã. Fato coincide com notícias de que os profissionais médicos estariam com salários em atraso e com o envolvimento da mesma empresa gerenciadora, a ABRASSI que está envolvida em operações da Polícia Federal em Rio Pardo por superfaturamentos. Em Osório, a prefeitura já abriu inquérito administrativo para apurar se há irregularidade e depois encaminhar documentação ao Ministério Público.

ELEIÇÃO municipal que ainda não se sabe se realmente virá ocorrer e assim os partidos políticos poderem gastar os R$ 2 bilhões do fundo eleitoral que não abriram mão para o combate a pandemia, certamente trará muitas mudanças. A população está atenta a tudo que vem acontecendo desde março e certamente muitas caras carimbadas podem dar lugar a novatos. Claro que a articulação das raposas fará com que os votos sejam para os mesmos, mas o efeito Bolsonaro certamente vai promover mudanças tanto nas prefeituras como nas Câmaras de Vereadores. Tudo dependerá da atuação dos candidatos durante este mandato, mas nomes novos poderão surpreender. Aguardemos as confirmações.

CONSELHEIROS do Hospital São Vicente de Paulo quando da escolha da gestora da instituição teve entre as propostas as da empresa Abrassi. Por decisão unânime, após ouvirem a proposta dos diretores da empresa consideraram temerosa em termos de gestão do patrimônio e também da prestação dos serviços. Na época o Hospital estava sob a gestão da Prefeitura de Osório por intermédio de intervenção e aguardava decisão do Conselho Deliberativo sobre quem administraria a entidade. O Conselho vislumbrava por soluções e no caso que agora se confirma poderia ter sérios problemas para a entidade.

COMUNIDADE osoriense está exemplarmente cumprindo as regras de distanciamento e cuidados necessários para evitar contaminações por vias respiratórias. Estas medidas, que poderiam ter sido adotadas antes mesmo de levar a população ao confinamento e a fechamento dos comércios evitaria a falência de muitos estabelecimentos pequenos da comunidade. Muitas salas e prédios comerciais estão sendo desocupados e poucos proprietários querem renegociar contratos de locação neste período de quedas em vendas e serviços. O Rio Grande do Sul por ter um inverno rigoroso poderia anualmente adotar o uso de máscaras para evitar outras complicações respiratórias, mas a Covid tem sido diferente por representar ao estado e muitos municípios aumento de recursos federais.

MINISTRO Alexandre de Moraes tem sido o Sérgio Moro de Bolsonaro, como o foi o ex-juiz para com o presidiário Lula. A grande diferença dos réus está na honestidade e na benevolência com o crime. Lula tudo permitia e a roubalheira corria solta, assim como tráfico de drogas e armas para a bandidagem em suas “conversas cabulosas” com o PCC, além de corrupção, lavagem de dinheiro e tantos outros crimes. Já Bolsonaro tentam incriminar pelo que não comprovam e lida com descontentes por não ganharem a mamata de dinheiro público, seu maior crime está em ser honesto e querer defender o Brasil da ameaça comunista. Agora como presidente do TSE, Alexandre de Moraes tenta desclassificar a eleição de Bolsonaro que não conseguem engolir que perderam a cadeira presidencial e a regência orquestrada pelo PT chegada numa corrupção.



There is no ads to display, Please add some