DEPOIS de tanta chuva e agora do sol escaldante de inverno certamente que está havendo uma higienização natural das ruas. Com a volta do frio certamente o ambiente confinado de dentro das residências será o ambiente perfeito para uma nova onda de contaminação, casos as famílias não tenham os cuidados de higienização, principalmente o hábito de chegar da rua e lavar as mãos e usar álcool gel ou solução com água sanitária para desinfecção dos objetos tocados ao adentrar ao recinto do lar e colocar a máscara para higienizar e em local isolado.

DADOS da infestação com coronavírus quanto maior o número de infectados e menor o número de casos hospitalares mais cedo se chegará ao período de “imunização de rebanho”. Os óbitos são consequências como de qualquer outra enfermidade, mas tem sido usado para causar pânico na população. Tal espaço na mídia deveria ser usado para a conscientização e condutas corretas para evitar-se a contaminação e disseminação do vírus. Estamos indo para o quinto mês de isolamento/confinamento e a população está impaciente de tanta curva que era para chegar e, no entanto, o que se tem visto é a roubalheira dos recursos que seriam para combater a pandemia.

EX-MINISTRO Mandetta e governadores definiram o confinamento para que o sistema de saúde pudesse se adequar e ter a logística necessária para montar hospitais de campanha, criar leitos de UTIs e setores específicos em hospitais para atender contaminados pelo Covid 19. Agora dezenas de leitos de UTI estão sem condições de receber pacientes por não terem a medicação obrigatória para casos que exijam a intubação. Onde estavam os “especialistas” e a turma do “salva vidas” que esqueceram que UTI não é só equipamentos, médicos e enfermeiros que neste “kit” tem de haver medicação específica. Se passaram 5 meses para somente agora verificarem que esqueceram de adquirir medicação em quantidade suficiente.

TURMA da   “sem evidências científicas” está agora a conjecturar que o coronavírus é transmissível pelo ar, outros já identificaram o DNA nas águas dos esgotos e outros de que pode estar na sola dos sapatos, numa panela ou pote plástico que for comprado na loja. Diante de tantas evidências vai se admitir que o coronavírus tem asa, nadadeira, ventosas e que quem sabe até mesmo que morda as pessoas. Parece que tudo que se aprendeu quando da pandemia de H1N1 e da Gripe Espanhola se perdeu no tempo, mesmo estando em livros, revistas e nos inúmeros vídeos e plataformas digitais. Parece que o mundo ficou “mais burro” com a tecnologia virtual, pois antigamente conhecimento se guardava na memória pelos ensinamentos das escolas e universidades, além de passarem de geração para geração. Agora com tudo a disposição num toque de teclado não sabem como pesquisar, ler, analisar e interpretar as informações. Viraram analfabetos funcionais.

POPULAÇÃO de Osório vir nas duas semanas passadas algumas aberrações no “controle” de disseminação do coronavírus. Supermercados e comércios com variadas mercadorias que incluem artigos de alimentação tiveram de ocultar e proibir acesso para compra de panelas, potes, pratos, talheres e outros artigos classificados como de bazar. Descobriram estes especialistas que o coronavírus se escondia grudado nestes objetos nas lojas mesmo tendo o cliente estando de máscara, tendo usado álcool gel ao entrar no estabelecimento e depois novamente usando álcool em gel ao sair do local. Então resolveram fechar os bazares, lojas de roupas, artigos de armarinho e outros tantos, além de impedirem os supermercados e mercados de permitirem acesso a estes artigos. Daqui a pouco irão inventar a ratoeira para coronavírus. Com a restrição de acesso aos comércios e serviços raros serão os casos de contaminação, mas o maior contágio ocorreu depois do feriadão do dia dos namorados quando muitos aproveitaram a noite para encontros amorosos em bares, restaurantes, pizzarias e lugares públicos como praças e no parque da Lagoa do Marcelino. Deveria terem decretado toque de recolher depois das 20 horas com fechamento de tudo na cidade. Apenas postos de combustível nas rodovias deveriam funcionar a noite, farmácia de plantão e atendimento da saúde. Mas quebrar o comércio era mais fácil.