GOVERNADORES e prefeitos deveriam ser responsabilizados pelos danos causados à população com as restrições impostas. Muito mais ainda o STF e Congresso que em nada realizaram em cortes de gastos visando atender a população que os paga. Este será o momento da população exigir o fim das mordomias, privilégios e tornarem todos cidadãos realmente iguais e não pelo cargo que ocupam. Como pode um Senador da República representar mais e um milhão em despesas por mês. O orçamento do Congresso bate muitas cidades e capitais do país em volume de recursos, mas se olhar pela contrapartida se verá o quanto é improdutivo o Congresso e contra o povo brasileiro.

ROBERTO Jefferson (PTB) mais uma vez abriu a boca para falar sobre o “mecanismo” a serviço da corrupção dentro de Brasília. Um movimento de derrubada de poder maquinado pelos presidentes da Câmara, do Senado, do STF e governadores capitaneado pelo Doriana. Até o destemido advogado Felipe Santa Cruz, buscando uma janelinha no bonde tentou levar a frente sua ira esquerdopata herdada dos tempos da baderna comunista e brindada com recursos públicos pelas indenizações milionárias pelos feitos inglórios das bandidagens da esquerda comunista. As declarações de Jefferson acenderam o patriotismo e a defesa da soberania nacional e poderá vir um clamor pelas Forças Armadas para novamente restabelecer o equilíbrio das instituições.

MAIOR inimigo de Bolsonaro é a corrupção. Esta se encontra na “falta de diálogo” com o Congresso. Por que tem que haver diálogo a portas fechadas, por que não escrevem e-mail, analisem projetos do governo e discutam com os responsáveis diretos como ministro da Economia, da Justiça, da Educação. A função do presidente não é ficar tomando cafezinho em conversa de comadres levando bolinhos e revendo docinhos. Congresso tem de trabalhar pelo país e não para defender seus privilégios. Está mais do que na hora de uma reformulação completa na representação política do país com o afastamento de investigados por corrupção de dentro do Congresso. Isto sim é relevante.