PREFEITURA de Osório já poderia ter liberado os espaços públicos, como as praças da cidade para circulação e assim retirar os “enfeites” das fitas amarelas listadas de preto. Assim as pessoas podem atravessar o local para deslocamento de um lado a outro da praça. Esta liberação não se trataria de permitir as aglomerações com consumo de drogas e álcool como se via constantemente na praça da matriz.

AINDA é irrisório o número de pessoas infectadas e de recuperadas. As homenagens deveriam ser prestadas aqueles que tiveram a dedicação dos profissionais de saúde e se recuperaram da doença. Já os infectados e que nada tiveram mais grave são também um grupo a ser saudado, pois é deste grupo que a imunização natural ocorre. Evidente que as mortes causadas pela Covid são lamentáveis, mas numa guerra sempre há baixas e infelizmente estamos numa guerra sanitária devido a um vírus importado e politizado no Brasil.

DEPOIS que se deixou de exigir receita médica para aquisição do vermífugo Ivermectina e ainda com receita para a Hidroxicloroquina aumentou o número de pessoas infectadas no país, com redução constante dos casos de internação e mortes pela doença. Isto mesmo com o arrefecimento das medidas de controle e restrições para o funcionamento do comércio. Tanto é assim que até as aulas já estão sendo programadas para iniciarem presencialmente. A razão pode estar em duas situações: ou as pessoas estão se medicando e também com a mudança do protocolo de Mandetta: “tropece no caixão e busque um hospital” para “assim que tiverem sintomas busquem o atendimento nos postos de saúde” apregoado pelo ministro Pazzuelo; ou a vacina “R$ 2 bilhões de fundo eleitoral” já está fazendo efeito injetando dinheiro nos candidatos a prefeito e vereadores. Tudo indica que o dia D para o fim da Covid será 15 de novembro (dia das eleições) ou a prisão de Dória por supostos desvios de recursos. Aliás a primeira dose foi denominada de Witzel.