NOVOS prefeitos que assumiram em 1º de janeiro estão adotando a gestão compartilhada com o Governo estadual. Estão sendo reduzidas as restrições numa nova visão de que não é o comércio o foco de transmissão, mas sim as aglomerações noturnas que nunca pararam de ocorrer em festas e reuniões às escondidas. Felizmente entenderam que beira-mar não é foco de transmissão e sim a aglomeração onde várias pessoas ficam, sem máscaras por muito tempo aglutinadas. A transmissão é idêntica ao de uma gripe viral, onde a contaminação ocorre com uma elevada carga viral no ambiente.

POPULAÇÃO tem de pensar que a existência de uma vacina é importante, mas que precisa ser segura, alta eficiência e não acarrete efeitos colaterais. A decisão de receber vacinas com MRNA que é uma vacina “transgênica” vai altera código genético do paciente e a periodicidade da vacinação poderá acarretar problemas ainda desconhecidos. Por isso quem puder esperar e tomar os devidos cuidados para não se contaminar poderá analisar com tempo se estes fatores importantes na vacina estão ocorrendo e assim tomar a decisão de receber o imunizante. O ideal seria uma vacina no processo já conhecido por meio de soro com anticorpos ou gerados em ovos que é o meio mais utilizado na produção destas. Para quem ficou praticamente um ano sem vacina mais alguns meses com os devidos cuidados pode ser a garantia de escolha do melhor imunizante.

VACINAS diversas surgem mundo afora, mas nenhuma Universidade brasileira foi capaz de analisar o uso de medicamentos como a cloroquina, a ivermectina, azitromicina entre outros para uso profilático. Diante disto vemos que as universidades de medicina e outras estão somente a gastar recursos públicos que muitas vezes superam os orçamentos dos municípios em que estão inseridas. Deveriam estas convergirem para apresentar estudos neste sentido, como fizeram em Pernambuco para evitar os efeitos da zyca e chicungunha. Neste caso se aplicava cloroquina até mesmo para gestantes e em nenhum momento se falou nos efeitos colaterais do tipo arritmia cardíaca. Os especialistas desta forma condenaram milhares de pessoas a óbito por evitar a profilaxia.