POPULAÇÃO brasileira acordou para os desmandos do ministro Alexandre de Moraes e principalmente do ativismo político do ministro Fachin desmoralizando o Judiciário Brasileiro revogando processo de Lula depois de confirmadas sentenças em três instâncias. O STF está a implementar o comunismo demonstrando visivelmente apoio a partidos de esquerda e serviente ao maior corrupto e ladrão do país condenado e anarquista que é Lula. Levandowski já havia dado sinal de sua tendência quando solapou a Constituição na condenação do impeachment de Dilma. Agora manifestações espalham-se país afora, de maneira ordeira como foi no domingo em várias capitis e cidades do país.

PACTO dos governadores, capitaneado por João Dória, para quebrar com o país é o resultado da ação nefasta do STF aos dar a governadores e prefeitos autonomia para o combate a pandemia. A proposta de achatamento da curva proposta por Mandetta para que o SUS se equipasse e preparasse para atender a demanda de casos de internação e tratamento serviu para que os estados fossem irrigados com bilhões de reais que forma desviados para campanhas políticas de prefeitos e também para fazer caixa visando as eleições de 2022. Dória e Witzel possibilitaram a disseminação em massa da pandemia coma realização do carnaval, mesmo diante das evidências reais do que estava acontecendo na Itália.  Este é o governador que diz salvar vidas e está levando governadores petistas e de seu próprio partido a encarcerarem a população e condenar a todos a fome, miséria, mau atendimento na saúde e principalmente restringirem as liberdades da população, sem qualquer evidência científica de resultados.

ANO passado, quando a pandemia havia queda nas contaminações govenadores se recusaram à volta às aulas. O RS podia estar mais avançado no ensino à distância na rede pública se houvesse interesse em investir na educação. Hoje temos professores despreparados e alunos com deficiência de aprendizagem. Estas crianças serão os futuros médicos, dentistas, engenheiros e certamente não terão uma qualificação sem que estes busquem pelo melhor foram do país. Serão poucos, diante da deficiência que já existe em algumas áreas profissionais no Brasil. Pior que o presente será o futuro que está sendo destruído e que certamente nem mesmo para pagar os futuros aposentados os novos trabalhadores nem terão esta perspectiva.


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