13621855_10153914629228422_209603594_oNa avaliação do Fórum Econômico Mundial, a qualidade da educação em matemática e ciências no Brasil é uma das piores do mundo. De acordo com o relatório Global Information Technology, divulgado nesta quarta-feira (6) em Genebra, na Suíça, apesar de termos melhorado nossa preparação em relação à tecnologia da informação, estamos entre os últimos colocados na apreensão de conceitos matemáticos e científicos: o país está na 133ª. posição entre 139 nações. Segundo o relatório, que desde 2001 avalia como os países estão se preparando para a nova era de inovação tecnológica e de que forma estão aproveitando competências de informação e comunicação, subimos algumas posições no ranking geral. Nessa lista, passamos do 84º lugar para o 72º, “revertendo em parte a forte tendência dos últimos anos”, de acordo com a publicação. As razões estão na popularização do acesso à internet e celulares, bem como políticas para reduzir os preços da banda larga. Contudo, “o ambiente de inovação ainda é um dos piores do mundo”, afirma o estudo. Nessa área, a qualidade da educação em matemática e ciência – habilidades importantes para se destacar no cenário internacional – ainda é fraca. No ranking de qualidade de educação dessas áreas do conhecimento recebemos nota 2,5 em uma escala de 1 a 9, em que 1 significa “extremamente pobre, entre os piores do mundo” e 9 “excelente, entre os melhores do mundo”. Estamos empatados com Moçambique e um pouco melhor que Guatemala, Nicarágua, Peru, República Dominicana, Paraguai e África do Sul. Cingapura ocupa a primeira posição. Quando considerada a educação geral, subimos poucas colocações: 131º. lugar. Suíça ocupa a primeira posição dessa lista, enquanto o Paraguai está em último.


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