Dando continuidade nas investigações da morte do menino Miguel Rodrigues, o delegado Antônio Carlos Ractz Júnior divulgou na noite de sexta-feira (13), novas informações sobre as investigações. Segundo ele, a mãe do menino, Yasmin Rodrigues, teria realizado pesquisas sobre impressões digitais e outros assuntos antes de ter procurado a Polícia.

Em 26 de julho, três dias antes da confissão do crime, o celular de Yasmin foi utilizado para realizar pesquisas sobre “batimentos cardíacos”. Em outra consulta na mesma data, a mulher escreveu “quando a criança começa a ter alucinação, o que significa?”.

No dia 29 de julho, data a qual Yasmin confessou a Polícia ter dado remédios para o filho, colocado e uma mala e o jogado no Rio Tramandaí, foram encontradas no celular da ré outras pesquisas suspeitas, como: “digitais saem com a água salgada do mar”; “quanto tempo dura as impressões digitais em contato com a água”; e “impressões digitais humanas saem com a água salgada do mar”.

Em outras pesquisa, possivelmente realizadas após o corpo do menino ser arremessado no Rio, as frases buscadas foram: “quanto tempo fica uma digital no corpo humano” e “quanto tempo uma digital fica em contato com a água”. Mais tarde, o smartphone registra uma pesquisa com o termo “bo online”. E poucas horas antes de Yasmin procurar a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Tramandaí (DPPA), foi registrada a pesquisa: “Polícia Civil Tramandaí”.

Segundo o delegado Ractz, as pesquisas realizadas no telefone de Yasmin e os demais conteúdos analisados pela Polícia foram extraídos com autorização judicial, por meio de um programa que acessa inclusive conteúdos apagados. As investigações seguem em andamento enquanto Yasmin e a companheira Bruna, seguem presas e a disposição da Justiça. Quanto ao corpo do menino, as buscas seguem em andamento por toda a orla marítima da região, mas sem indícios de onde ele pode estar.

FOTO: Mensagens foram divulgas pela Polícia na noite da última sexta-feira (13).


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