O Rio Grande do Sul é conhecido no Brasil e fora deste pelas suas arraigadas tradições e pela sua valentia e não subserviência de governos ou partidos. Tanto é assim que nunca houve a reeleição de governadores da nossa província. CTGs pipocam pelo Brasil e pelo mundo levando nossa cultura e tradição, tendo nosso Hino como um símbolo maior da paixão de um povo.

Brasileiros de todos os cantos ressaltam que o povo gaúcho canta o Hino Riograndense com altivez, respeito e com orgulho de nossa terra. Nos estádios, mesmo durante a Copa do Mundo milhares de vozes entoaram o Hino que encantou ao mundo. É um momento de congraçamento de um povo que ama seu torrão na Pátria Brasil. As diferenças somem nestes momentos e todos se juntam a uma só voz, até mesmo na grande rivalidade gerada pelo GRENAL onde a disputa é por quem canta mais alto.

Mas não há o que não haja quando se quer aparecer na mídia ou dar a demonstração cabal de total e repugnante ignorância. Eis que vereadores eleitos pelo PSOL, PT e PcdoB em Porto Alegre negaram-se a cantar e a postarem-se de pé, quando realizada a execução do Hino Riograndense. A alegação dos energúmenos era de que a letra do Hino era de cunho racista, algo que nem eles sabem do estão falando. Transcrevo o verso do Hino que estes dois idiotizados pelo seu partido apresentaram suas burras justificativas: “POVO QUE NÃO TEM VIRTUDE, ACABA POR SER ESCRAVO”.

Esta belíssima e sábia afirmação no Hino do RS, tem fundamentação filosófica, também baseada na Religião da Humanidade, o Positivismo de Auguste Conté, no sentido de que não podemos ser vítimas e escravos dos vícios de comportamento, das paixões desenfreadas, do fanatismo e da própria ignorância. A expressão é um convite ao autoconhecimento, necessário a todos nós, seres humanos. O autor da música do Hino, Joaquim José Mendanha, era um genial homem negro.  Não tem relação com etnias específicas.

Importante lembrar que todas as etnias em algum momento histórico foram escravizadas, os registros históricos provam. Qualquer ser humano equilibrado, abomina a escravidão de qualquer etnia. Um exemplo está no povo judeu e tantos outros subjugados no colonialismo, e no socialismo Russo, chinês e da Coréia do Sul. Pode os “nobres “ edis concordarem com a escravidão praticada por Fidel Castro, Chavez, Maduro e outros que estão surgindo no mundo. Mas diante de total falta de conhecimento e de interpretação não há como dissuadir tais elementos sobre o comportamento apresentado em ato solene.

Ao edis do PSOL e demais, do parlamento municipal de Porto Alegre, é importante que saibam que ao invés de criar divisões embasadas em estratégias maquiavélicas para dividir o povo buscando a projeção pessoal, que tenha criatividade e crie, um exemplo entre tantos, cooperativas para gerar postos de trabalho e renda, para melhorar a qualidade de vida das pessoas, entre outras iniciativas possíveis. Sugiro também que no mínimo tenha respeito pelo Hino do RS e não ataque nobres valores e nossa cultura.

A lei 5.213 oficializou o Hino Farroupilha, ou Hino Rio-Grandense, em 5 de janeiro de 1966. A letra é de Francisco Pinto da Fontoura, a música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e a harmonização de Antônio Corte Real, caso este vereador não saiba. Mas deveria sim ser pedir desculpas ao povo gaúcho e ser punido pela falta de ética e respeito ao Hino. Mas que não respeita a bandeira Brasileira e aos símbolos nacionais como o PSOL deveriam ser punidos como prevê a lei ou se tivessem vergonha desistirem do cargo que não merecem. Seus eleitores certamente desconheciam que eram, como muitos desconhecem. Mas é inconcebível aceitar esta postura decadente e ignorante.

   POVO QUE NAO TEM VIRTUDES, ACABA POR SER ESCRAVO, com certeza caros vereadores!