DIZEM QUE O CRIME NÃO COMPENSA

A suposta afirmação de que o “crime não compensa” certamente deve ter se originado dos meios jurídicos onde um promotor ou advogado de acusação tenha obtido o devido êxito na missiva de condenar alguém pelo delito cometido. Nos meios policiais até poderia também ter dado vez a esta, mas as mudanças nas leis e na benevolência do estado com criminosos desestimulam a atividade policial. No meio policial militar também há o constante descrédito na atividade, o “prende e solta” e os “direitos humanos” praticamente criminalizam o trabalho de quem está disposto a arriscar a própria vida em defesa dos cidadãos de bem. No Judiciário depois do que se tem visto por parte da Corte Suprema, a diferença é que tem de ser “peixe grande” para conseguir habeas corpus, liminares, alvarás de soltura, enfim uma miríade de formas de soltar o “inocente”.

Se o crime não compensa, por que vemos o ex-presidiário desfrutando do dinheiro público e de “aposentadorias” pagas pela população e ainda viajar por conta dos brasileiros ao exterior para diminuir nosso povo e nosso país. Pior ainda é sabermos que o ativismo da Suprema Corte para garantir a este elemento a devida liberdade, “descondenando-o” e ainda ter o apoio de pseudos artistas e de uma mídia que se intitula dona da verdade. E o pior elevam o ladrão do povo e de esperanças da nação a prospectar o cargo de mandatário do país. Não há no Brasil, ladrão ou traficante que supere as ações deste missivista que desdenha de todos os poderes republicanos e que mentirosamente se diz defensor da democracia. Agora, felizmente está a se auto deteriorar com seus discursos, mas se sabe que se trata da conscientização da sua trupe de que será vergonhosa sua possível votação e que se tem suscitado de que irá abandonar a pré-candidatura para que seu poste possa revelar um ponto de luz em meio as trevas do partido que integra.

O tráfico tem crescido de uma maneira considerável pelo país afora. São Paulo e Rio de Janeiro, certamente, tem muito a ver com o surgimento destas facções, pela falta de investimentos durante anos na segurança e quem sabe este seguimento tenha até financiado a campanha de muitos.

O Rio de Janeiro foi permissivo com o jogo do bicho e logo o tráfico e milícias foram ganhando corpo, respeitando entre si nas atividades que na era Brizola tiveram um crescimento estrondoso. Agora até mesmo a Justiça protege os redutos do tráfico proibindo ações policiais como tem feito o ministro Fachin para que não haja civis inocentes mortos nas batidas policiais. Enquanto que os traficantes que se tornaram “donos do morro” determinam o fechamento de comércio, escolas, serviços e de as pessoas se trancarem em casa quando se sentem ameaçados e nada é feito.

Vemos no em nosso estado uma facção engolindo outra aos poucos com seu poderio de fogo e de articulação. Chegaram ao litoral afastando e matando membros da facção rival e depois de tomar a área, agora estão chegando às bancas do jogo de bicho. Logo mais estarão vendendo serviços de gatonet, gatoelétrico, gato d’água, e a famosa “taxinha de proteção” para o comércio. Tudo isto se vê e se observa nos bastidores da comunidade. Nossa polícia tem se esforçado e demonstrado resultados com várias apreensões, mas como se diz popularmente, está a “enxugar gelo”, pois enquanto o policial permanece horas preenchendo papelada na delegacia, o meliante já está novamente na rua cometendo os mesmos delitos, e não importa o número de vezes que é pego, o tempo de espera do meliante é bem menor do que o atendimento para uma consulta num posto de saúde. Ahhh!!! E se for preso, espancado ou ferido em tiroteio este meliante é atendido antes de qualquer um que esteja horas a fio aguardando para atendimento médico.

Então, dizem que o crime não compensa, mas as leis feitas por nossos representantes e a Justiça parecem que ainda não se perceberam ou nem fazem questão de perceberem o problema.


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