A pandemia no Brasil foi muito mais longe do que foi em seu berço de origem, na China. No país comunista as informações eram vigiadas, censuradas ou redimensionadas para não causar pânico nos mais de 1,4 bilhão de chineses. No começo, o odontologista que tentou alertar sobre o novo patógeno foi até preso e veio a morrer poucos meses depois, casualmente pelo coronavírus. Só depois é que a cidade de Wuhan foi isolada e mais tarde a OMS foi alertada já fugindo dos protocolos mundiais sobre novas doenças. Logo veio a infestação da Itália e a situação já estava sem controle e a China ainda escondendo resultados e experiências, bem como a origem do problema. Algo ainda sem esclarecimento por parte do governo comunista.

No Brasil o primeiro caso surgiu em janeiro e a reação foi de promover o carnaval, até mesmo depois do presidente Bolsonaro em 26 de fevereiro ter decretado estado de emergência nacional em saúde. Logo os casos foram evoluindo justamente nos estados que promoveram grande festas carnavalescas com visitantes de todo o mundo, onde o coronavírus também fez a festa da infestação. Depois veio a intervenção dos partidos políticos que vislumbraram a possibilidade de derrubar Bolsonaro e pediram para governadores e prefeitos serem os coordenadores de combate a pandemia. Assim entrou em cena o STF e suas barrigadas legais atreladas aos esquerdopatas de plantão. Congresso iniciou logo em seguida a protagonizar discussões e projetos de “salvação da pátria” que poderiam levar o país a bancarrota. Maia e Alcolumbre mostraram o quanto importa o cargo que ocupam e partiram para um combate contra o governo federal.

Governadores acolhidos com a voz aveludada de Dória conduziu um golpe branco para amealhar recursos infindáveis do tesouro nacional e que foram liberados com a aquiescência e indicação do ex-ministro Luis Mandetta. Foram bilhões reservados para o combate à pandemia e que para felicidade geral da nação não precisaria de licitação devido a urgência e emergência que exigia o caso. Tal liberalidade, perdeu o senso de responsabilidade, o povo foi confinado e os políticos passaram a fazer a festa com os recursos. Tudo sob a crítica presidencial de que a pandemia não poderia quebrar a economia e que havia um medicamento que deveria ser utilizado com tratamento profilático.

A classe política, obtendo em algumas situações o apoio em decisões do STF usurpou de seus poderes, exagerou na quarentena que insistem em não terminar, quando esta nem precisaria ter começado. Tudo poderia ocorrer concomitante, com restrições, distanciamento e hábitos de higienização, mas governadores e prefeitos levaram seus contribuintes ao empobrecimento, ao desemprego e muitos perderam a vida e que poderiam ter melhores chances de sobreviverem com o tratamento profilático. Buscaram chamar o presidente de genocida, mas roubaram os recursos que seriam para salvar vidas e as medidas tomadas permitiram a extensão da quarentena e levaram a morte mais de 117 mil brasileiros.

Tudo que se passou nestes seis meses de “quarentena” a pandemia aqui no Brasil virou caso de Covidão, de funcionários públicos ganhando salário em casa, não precisando deixar o casaco na cadeira. Agora o mais difícil é o funcionalismo público retornar a atender que lhes paga do que a população recuperar seus empregos e pagar os impostos que governadores e prefeitos nem pensaram em reduzir para o contribuinte.