Uma campanha de vacinação num país de dimensões continental como o Brasil exige uma logística imensa de custo milionário. No entanto, o Ministério da Saúde já tem todo o conhecimento necessário que já carrega de décadas para uma vacinação em massa. Quem não lembra da vacinação da antipoliomielite, das campanhas vacinais contra a gripe H1N1 que ocorre anualmente, ente tantas realizadas há mais tempo. Diante desta realidade inegável as interpelações feitas com a aquiescência do STF demonstram a aberração política a que nosso país foi relegado. Os partidos de esquerda usaram o Judiciário para proceder suas intenções de paralisar o governo federal, propagaram notícias falsas e ainda impediram, com o apoio de conglomerados de mídia que protocolos de profilaxia pudessem ser adotados sob a pecha de “não comprovação científica”.

Ao contradizerem médicos de campo que vinham implantando protocolos que reduzem casos graves da infecção pelo coronavírus condenaram milhares de pessoas ao óbito. Os “especialistas” consultados pela mídia em nada foram producentes e não pesquisaram ou buscaram saber de seus pares sobre a profilaxia. As mídias sociais se incumbiram deste papel e o presidente Bolsonaro por dezenas de vezes insistiu no assunto, mas sempre sendo desacreditado pela mídia nefasta que somente pregava o terror e ainda combatia as mídias alternativas.

Os verdadeiros genocidas são aqueles que impediram que a população e seus médicos apregoassem o protocolo de profilaxia, mesmo que estes mesmos tenham utilizados para se protegerem. Médicos como a da Bahia, da cidade Ihéus tinha a convicção dos efeitos da cloroquina e deu aos seus pacientes a chance de viver sem a gravidade da doença. A população vinha adquirindo por sua conta, mas os medicamentos como a Ivermectina, Cloroquina e Azitromicina foram barrados para somente serem vendidos sob receita médica. Medicamentos que há mais de 50 anos tem sua eficácia para várias enfermidades virais e bacterianas, sendo inclusive utilizado para grávidas quando do surto de zyca em Pernambuco que gerava crianças com sérios e irreversíveis problemas mentais.

Quiseram os genocidas transformar estes medicamentos na talidomida que deixou crianças deficientes pelo mundo e depois suspenso. Mas estes utilizados por décadas era a alternativa viável para a redução de casos graves, o que se vem confirmando a medida que estudos fora do país começam a demonstrar.

Mas onde estiveram os laboratórios das Universidades federais e particulares que não pesquisaram com a mesma velocidade com a China criou uma vacina ainda de efeito duvidoso. Milhões são investidos em diversas pesquisas, mestrados, doutorados e ninguém veio a pesquisar tal eficácia. Nossas universidades estão tomadas por socialistas que somente buscam os recursos públicos, isto quando não desviam das bolsas de pesquisa com o ocorreu na UFRGS e agora vemos um reitor da UFPEL afrontar o presidente por tê-lo preterido na lista tríplice. Deveria ser exonerado, devidamente punido ainda mais diante das ameaças feitas de que a UFPEL vai resistir a quem lhe financia. São estas ações nefastas que travam o país de sua evolução, de seu desenvolvimento e de tornar o Brasil numa grande potência. Tal apego ao cargo de reitor tem outra conotação, talvez de encobrir rastros de má gestão e prosseguir a militância socialista com o dinheiro público.

O governo vai desenvolver a campanha com a mesma tranquilidade de outras tantas realizadas. O apelo de alguns políticos por determinada vacina somente faz com que seja preterida pela população e que certamente não aceitará esta vacina por entender que algo esteja errado. Seja a vacina ou o fato de que milhões de dólares estão em jogo. Quem esperar o momento certo vai saber ainda o por que.