A prefeitura de Osório, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, resolveu lançar uma nota no final da tarde da última sexta-feira (22), para explicar como está sendo realizada a seleção dos profissionais que estão recebendo a vacina contra a Covid-19. Osório recebeu na última semana 695 doses da vacina Coronavac. Desse total a divisão seguiu a seguinte ordem: 170 doses para profissionais do Hospital, 160 para idosos residentes em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), 135 para profissionais de ILPI, 100 para trabalhadores de Atenção Básica, 70 doses para profissionais da UPA, 30 doses para trabalhadores do Samu e outras 30 para indígenas residentes em aldeias. Vale ressaltar que sobraram 100 doses que foram destinadas aos demais profissionais do grupo de risco não contemplados.

Cada instituição do município encaminhou relação com quantitativo dos seus profissionais e/ou pessoas a serem vacinados para a Vigilância Epidemiológica. A orientação recebida pela 18ª CRS é de que ao vacinar todos os profissionais de saúde já elencados e havendo disponibilidade de doses, podem ser vacinados por ordem da maior à menor prioridade de atendimento ao paciente com Covid-19, no caso, o setor administrativo da Instituição. Também, há a orientação da possibilidade em remanejo de doses entre instituições, após atender a demanda a que foi primeiramente destinada, mas apenas para o mesmo perfil entre si, ou seja, não podendo remanejar de idosos para profissionais de saúde ou vice-versa.

Dos fatos:

Na UPA, todas as doses já haviam sido dispensadas a quem tinha direito e guardadas as doses dos profissionais que por motivos de protocolo ou vinda oportuna ao setor, irão receber assim que possível. Houve a disponibilidade de doses e ocorreu a vacinação de um funcionário do administrativo da instituição, como respaldado por orientação. O quantitativo recebido para a UPA foi de 70 doses. Como fechamento de relatório da Instituição tivemos: 18 profissionais vacinados em outras instituições, dois não puderam receber a vacina por estarem gestantes e um funcionário se recusou a receber, assinando o termo de recusa de vacinação. Sendo então: 42 doses utilizadas e seis estão reservadas aos profissionais de direito, com estoque de 22 doses ainda desta Instituição.

“Salientamos que não houve situação de “furar fila”, pois todas as doses já haviam sido destinadas aos profissionais de direito e considerando o risco como estabelecido. O que também precisa ficar entendido é que a falta de informação/conhecimento sobre as notas técnicas e orientações repassadas pelo CEVS pelos que fazem movimento negativo em rede social, e de modo sensacionalista, é deveras frustrante e desanimador aos que nestes 10 meses de enfrentamento à pandemia vem trabalhando incansavelmente. Nós Técnicos em Saúde, sempre trabalhamos com transparência e ética para com a comunidade osoriense e não seria neste momento tão difícil e importante que faríamos diferente”, ressaltou a nota.


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