A questão da pandemia está no desacerto de governadores e prefeitos no que tange a ter a cooperação da população. Se não fossem os ideais políticos de alguns governadores e que agora foi picado pela mosca azul o governador Eduardo Leite certamente a conduta seria outra. Temos uma corte superior preocupada em se auto proteger de seus passados quando caíram na graça do lulopetismo e que não são investigados como qualquer ser comum. A mentira grotesta da ministra Carmem Lúcia de que “ninguém está acima da lei” soa agora como um deboche para a população.

Estes seres supremos agora renovaram a bandalheira dos governadores e prefeitos como se tudo o que fizeram tivesse um resultado positivo. Com a anulação dos poderes do governo federal, o governador Agripino de São Paulo passou a ser o mago chefe da pandemia, justamente no estado onde tudo começou e que tem os piores índices de infecção e mortes por milhão de habitantes. Pior ainda está sufocando a população paulistana com suas restrições e quebrando a economia do estado e empobrecendo a população. Está a criar ondas de revoltas no seu estado, assim como as ondas de contaminação da população. Fechou hospitais de campanha que abriu quando não havia a necessidade e agora se recusa a reabrí-los dando seu mau exemplo a outros governadores, incluindo Eduardo Leite.

Os governadores buscaram fazer caixa com os recursos que receberam para ampliar a capacidade de atendimento da população e agora querem debelar a nova onda criando outras ondas com as aglomerações que provocam com suas restrições.

No caso do RS, o anúncio da bandeira preta e do fechamento total no final de semana foi realizado num começo de mês, quando a população (aqueles que ainda tem emprego) estavam a receber seus salários e realizar suas compras. Isso gerou uma busca imediata aos supermercados e estabelecimentos diversos em busca de gêneros alimentícios e outros de higiene e limpeza. Foram enormes as filas nestes estabelecimentos, desde a quarta-feira a tarde e mais ainda na sexta-feira. Enquanto o comércio se desdobrava para atender dentro das restrições as pessoas se empilhavam em filas enormes defronte a estes. Com isto teremos nova onda nos próximos 7 dias.

Em Osório para piorar a situação tem o pagamento do IPTU marcado para o dia 15 de março sua cota única com desconto ou a primeira parcela. Com os bancos sem o atendimento dos caixas já se começa a verificar filas enormes diante das lotéricas. Será que nossos governantes consideram que todos tem conta bancária e sabem lidar com pagamentos eletrônicos. A maior parcela dos contribuintes, que pagam em cota única, são de pessoas idosas que pagam o carnê no banco e como farão agora? Vão se aglomerar em filas nas lotéricas e assim farão surgir uma nova onda de contaminação e assim até onde a população vai resistir calada a toda esta atrapalhação?

As ondas iniciaram na campanha eleitoral, depois veio as festas de fim de ano, depois veio o Carnaval e agora com as aglomerações defronte aos estabelecimentos comerciais no desespero das pessoas em ter de comprar seus mantimentos.

O que se viu na sexta-feira em vários supermercados da cidade, foram prateleiras vazias, pois não davam conta de reposição dos produtos nas prateleiras. O pior é que em Santo Antônio o comércio está todo fechado e pessoas de lá estão vindo comprar nos mercados de Osório. São várias ondas criadas desde as eleições, mas a indignação da população está formando um tsunami a exemplo do que já ocorreu diante da casa do governador Dória. Se confirmar São Paulo como epicentro do tsunami, pode o clima de 64 encobrir a nação.


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