A egressa do Campus do Instituto Federal do RS (IFRS), Juliana Davóglio Estradioto, conquistou um novo prêmio. Dessa vez, a pesquisa da osoriense foi a vencedora da 2ª edição do Prêmio ‘Carolina Bori Ciência & Mulher’, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A divulgação foi realizada no último dia 15 desse mês.

A cerimônia de premiação ocorre no próximo dia 11 de fevereiro, de maneira online. Vale destacar que a data do evento foi escolhida em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O evento inicia às 10h e 30min e vai ser transmitido pelo canal da SBPC no Youtube.

Nessa edição, o prêmio criou a categoria ‘Meninas na Ciência’, o qual visa destacar pesquisas de iniciação científica que demonstraram criatividade, boa aplicação do método científico e potencial de contribuição com a ciência no futuro. Ao todo, foram 286 candidatas de 116 instituições de ensino, oriundas de 18 estados e 70 municípios de todas as regiões do país. As candidatas desenvolveram trabalhos científicos nas áreas de Agrárias; Biologia; Saúde; Ciências Exatas e da Terra; Humanas; Ciências Sociais e Aplicadas; Engenharias; e Linguística, Letras e Artes.

Juliana foi premiada no nível ‘Ensino Médio’. O seu projeto, que já obteve notoriedade mundial, consiste em desenvolver, a partir da casca do maracujá, um plástico biodegradável para o armazenamento de mudas que podem ser plantados e criar uma membrana com a casca da noz macadâmia que pode ser utilizada em curativos de pele ou em embalagens, substituindo o material sintético. A pesquisa realizada na época em que Juliana estudava no Campus do IFRS teve orientação da professora Flávia Twardowski, hoje diretora do Campus.

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