Passados mais de 13 meses desde o início das restrições geradas pela pandemia surgem os sinais de que o pior pode ter passado. Ainda há dúvidas sobre o crescimento de contaminações em decorrência das chamadas variantes do coronavírus. A vacinação em todo o mundo tem contribuído para esta queda da gravidade dos casos, mas ainda assusta nações inteiras.

O Brasil é o país que mais vacinou no mundo depois dos países produtores de vacina, como Estados Unidos, Israel e Inglaterra. Também é o que teve o maior número de pessoas recuperadas, graças ao maior sistema público de atendimento à Saúde – o SUS.

Esta batalha contra este maldo século ainda não se pode dar como debelada, mas ao menos há um caminho e que as nações devem se unirem para promover o bem estar de todos e o retorno à normalidade perdida.

É lamentável que o Brasil é o único país do mundo em que apesar de todos os esforços do governo federal e dos alertas feitos pelo próprio presidente culminaram em agressões e imputação de culpa ao mandatário do país. Infelizmente no Brasil há uma classe política e jurídica que impedem o desenvolvimento da nação. Que buscam destruir o país e dilapidar suas riquezas em detrimento de um grupelho do mal, esquecendo do povo e das necessidades básicas que por décadas negaram este direito.

Ao ver um Congresso aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias do país embutindo em seu bojo a reserva de R$ 5,7 bilhões de reais para financiar campanas políticas e partidos é debochar da nação sofrida. Tanto é assim que nos últimos seis anos este valor é maior do que tudo que foi investido em saneamento básico neste período. Uma escandalosa vergonha e que nos faz pensar que a pandemia para este grupelho de bem abastados nada mais foi que uma grande oportunidade para roubar ainda mais o país.

A união de grandes grupos de mídia a políticos nefastos ligados ao comunismo decadente são a mostra de que a liberdade de imprensa está sendo o pano de fundo para a libertinagem moral do país. Tanto é assim que um pré-candidato a presidente ao anunciar sua preferência sexual promove uma segregação como se o povo não soubesse ou já não tolerasse, considerando o fato como algo inerente ao indivíduo e não e de mote de campanha eleitoral.

Agora o que se vê será a segregação dos vacinados e não vacinados, onde todos a poucos meses atrás estavam todos sob a mesma situação, mas que poucos souberam respeitar as regras básicas de higienização e cuidados para evitar a contaminação. Para tanto, basta lembrar do início da disseminação do vírus quando dois governadores e um sistema de mídia defenderam seus interesses promovendo o Carnaval quando já se conhecia as causas e consequências da contaminação.

O povo tem de estar alerta e seguir as regras de distanciamento, higienização para o bem de todos e da volta rápida à normalidade. Que tenham consciência de que a pandemia existe por que deixam de ter estes cuidados para o seu bem e das pessoas próximas a si.

A pandemia não acabou, talvez estejamos perto disso, mas se a população não se empenhar, não será os políticos de esquerda e nem a rede Globo que os fará melhorar de vida, isto se conseguir se manter vivo.