A população está compreendendo mais sobre como lidar com a nova normalidade incluindo em seus hábitos diários a higienização das mãos, o uso da máscara e o distanciamento. Algo que poderia se assim estivessem voltados os veículos de comunicação de massa para o esclarecimento e a importância deste hábito. Infelizmente a mídia se preocupou em propagar o terror, a desinformação, o combate a soluções off label e a demonizar um possível tratamento precoce, o que não significa substituir pela vacina, mas sim ter evitado o número de mortes com o vírus ou do vírus.

No Brasil a saúde da população foi entregue ao comando de governadores e prefeitos que mal sabem administrar os recursos públicos, mas logo viraram infectologistas e em nome da “ciência” transformaram o vírus no motivo de cerceamento de liberdade da população.

Esqueceram estes da economia de suas comunidades, dos empregos que todos necessitam para ter seu sustento, mas não esqueceram de continuar a cobrar os altos impostos como se pandemia não houvesse. Estes nada fizeram pelo esclarecimento real e verdadeiro à população preocupando-se com eleições municipais e buscando atrapalhar e enorme estrutura do Sistema de Saúde em busca de vacinas e de suprir a estados e municípios de recursos para efetivo combate à pandemia.

Depois de muito bradarem “fiquem em casa” se viu os casos aumentarem, viram a OMS ser condescendente com a China quando a epidemia poderia ser controlada, politizaram a pandemia no país depois que dois governadores ignoraram um decreto emergencial para fazerem graça no período carnavalesco. Atraíram pessoas do mundo todo para o Carnaval e logo se viu a contaminação chegando a todos os cantos do país. Em meio a tudo isto, estes mesmos governadores e prefeitos “entendidos” em infectologia desviaram recursos enviados aos estados aos bilhões usando para sanar suas contas e deixando de equipar hospitais com UTIs. Não podemos considerar um genocídio, pois a palavra não se aplica como se tem visto a esquerda ignorante apontar, mas sim cometeram outros crimes como abuso de autoridade, locupletação, corrupção, improbidade e outros que levaram a morte de milhares de pessoas por falta de assistência, informação precisa e no caso do Amazonas que reuniu diversos ilícitos até mesmo de roubo de tubos de oxigênio medicinal.

Passados praticamente um ano e meio, a politização continua em alta buscando o que se costuma dizer “cabelo em ovo”. Com uma CPI que quer eximir os governadores e prefeitos das responsabilidades, mas criar no governo federal a insegurança institucional para depor um presidente. As vacinas estão chegando aos milhões, agora que os laboratórios já firmaram suas produções e estão provendo o mundo inteiro com os imunizantes. Para a caterva política que quer voltar a solapar o país queria sim a compra de algo que era promessa de vacina, sem garantia de eficácia pelo órgão soberano da ANVISA.

Mesmo com toda esta turba do pior melhor, a vacinação ocorre e já atinge uma parcela considerável da população que ainda não é a ideal, mas já está garantindo ao alívio ao sistema de saúde e a pressão sobre leitos de UTIs e de medicamentos no uso da internação.

O declínio está ocorrendo rapidamente a medida que avança as aplicações da vacinas adquiridas pelo governo federal e que deverá em setembro atingir talvez mais de 70% de vacinas ao menos com uma dose. Nesta guerra contra o vírus houveram mais de meio milhões de vidas ceifadas, que talvez pudessem ser menores sejam pelas informações incorretas das notificações, sejam pela falta de tratamento precoce, seja por falta de UTIs e pessoal preparado para atender tamanha demanda. O fato é que esta redução está trazendo tranquilidade à população que quer voltar ao trabalho e às suas atividades laborais. Mas mais importante ainda é ter a sensação de liberdade que por muitos meses ainda foi bombardeada pelo alarmismo exacerbado da mídia nacional.