Polícia prende suspeito de raptar e agredir menina em Capão da Canoa

17936612A Polícia Civil e a Brigada Militar prenderam o suspeito de raptar e molestar uma menina de 5 anos em Capão da Canoa. Marco Aurélio Bitencourt de Souza, 41 anos, foi preso em casa, no município, no começo da noite desta terça-feira (9).

Os policiais chegaram até ele por meio de uma denúncia anônima. A família de Souza confirmou que ele tem histórico de pedofilia.

Na noite desta terça-feira (9), A BM reforçou o policiamento em frente à DP de Capão devido ao acúmulo de pessoas em frente ao local. Pelas redes sociais, moradores combinaram de se encontrar no local. Alguns falam até em entrar no local.

Segundo a delegacia de Capão, o homem estava com uma gravação da menina, feita durante o período de seis horas em que ela ficou como refém. Vídeos de outras crianças sendo molestadas também foram encontrados com ele.

Souza tem, desde 2002, duas ocorrências por estupro de vulnerável. Em 2012, ele foi preso por tentativa de estupro de uma menina de 4 anos. Há duas semanas, o preso foi expulso de um supermercado de Capão da Canoa por tentar invadir o banheiro feminino do local.

O homem foi preso em flagrante por estupro de vulnerável, tráfico de drogas e resistência à prisão. A Polícia Civil agora vai pedir a prisão preventiva dele. O suspeito negou o crime e disse que no momento em que a menina foi raptada, estava em um culto religioso

A polícia pretende, ainda, identificar o segundo envolvido no caso. Ele seria o homem que largou a menina – na madrugada de hoje – próximo ao local de onde havia sido levada. O objetivo é que o preso indique quem é esse segundo suspeito.

A criança realizou, na madrugada de hoje, exame de corpo de delito em Osório e, à tarde, passou por acompanhamento do Conselho Tutelar. O próximo passo da polícia é fazer o reconhecimento do suspeito na delegacia, o que será feito hoje à noite.

De acordo com o avô materno da menina, ela está bem, mas ainda apresenta hematomas no corpo – principalmente abaixo do olho esquerdo. Ainda segundo o parente, a criança passou o dia muito acuada, apesar de auxiliar na investigação.


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