O aplicativo Uber, que começou a operar no início de dezembro no Litoral Norte gaúcho, enfrenta protestos de taxistas e restrições por parte de prefeituras. Nesta semana, a atual gestão do executivo de Tramandaí assinou decreto proibindo o serviço por um período de 180 dias.

O diretor do Departamento Municipal de Trânsito, Guto Machado, diz ver o Uber como uma evolução do transporte, mas ressalta que precisa de tempo para discutir sobre o serviço, tratando de questões como cadastramento de motoristas, emplacamento dos carros na região e cobrança de impostos.

“Temos que garantir um serviço eficaz e com igualdade perante os taxistas, além de garantir o direito de escolha por parte dos moradores e veranistas”, afirma Machado.

Se algum motorista do Uber for flagrado em Tramandaí nesse período de estudo, sofrerá sanções, como por exemplo, ter o carro guinchado. Em Xangri-lá, no final de dezembro, a prefeitura também publicou decreto proibindo o Uber.

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