O Rio Grande do Sul continua sendo um dos Estados brasileiros com maior proporção de crianças e jovens fora da escola, mas tem algo a comemorar: está entre os três que mais avançaram nas taxas de atendimento ao longo da última década. Conforme relatório divulgado nesta quarta-feira pelo movimento Todos pela Educação, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), 92,6% dos gaúchos entre quatro e 17 anos estavam matriculados em 2015, índice superado por 19 das outras 26 unidades da federação.

Apesar dessa posição constrangedora no ranking nacional, o Rio Grande do Sul melhorou mais em comparação consigo mesmo do que quase todos os outros Estados. Em 2005, a taxa de atendimento estava em 85,9%, melhor apenas do que as de Rondônia, Acre e Pará. Com uma evolução de 6,7 pontos percentuais ao longo de um decênio (a média do Brasil foi de 4,8), o sistema educacional gaúcho conseguiu diminuir a distância que o separava do resto do país.

Mesmo assim, ainda são 151.346 crianças e jovens fora da escola. Em todo o Brasil, o número chega a 2,5 milhões.

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