As obras no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) da cidade seguem avançando. Na última sexta-feira (8), o secretário estadual de Justiça, Sistemas Penal e Socioeducativo, Mauro Hauschild, realizou uma visita para vistoriar os serviços no local. Hauschild foi recepcionado pelo engenheiro Ivan Paulo Schaly, da Cejen Engenharia, empresa responsável pela construção, que deu detalhes sobre o andamento do projeto.

“Nós estamos executando este empreendimento com uma postura de trabalho orientada em oportunizar a contratação de prestadores de serviço e fornecedores locais, sempre o mais próximo possível da obra, mindset (mentalidade) alinhado com os princípios de sustentabilidade. Ou seja, para a realização do aterro, a jazida de areia está a menos de três quilômetros, o fornecedor de concreto a menos de 10 quilômetros, proporcionando o fornecimento com pequenas distâncias de transporte, reduzindo o consumo de combustível fóssil de óleo diesel que, por sua vez, contribui para reduzir o efeito estufa com menor emissão de CO2. Também relativo ao aterro, mantivemos na obra o material orgânico da decapagem, que utilizaremos como material orgânico quando futuramente for realizado a recomposição do solo substrato para a grama e, só então, o excedente será retirado da obra. Decisão simples que evitará a movimentação em longas distâncias do material que seria usualmente levado a um bota-fora e, ao final da obra, a necessidade de importação do solo agricultável para a finalidade do plantio da grama”, declarou o engenheiro.

O Case de Osório está localizado em um terreno de 31.772,78 metros quadrados e terá área construída de 4.927,19 metros quadrados. Com capacidade para até 60 adolescentes, ele terá espaço destinado à escola, oficinas, quadra de esportes, palco multiuso, salas para atendimentos da área da saúde, prédio administrativo, entre outros. A unidade fica localizada na RS-030, no loteamento Serramar, e terá um investimento de R$ 27 milhões, parte com recursos provenientes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), pelo Programa de Oportunidades e Direitos (POD), e parte pelo Estado.

Foto: Divulgação


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