O depósito de somente R$ 600,00 nas contas dos servidores do Estado foi determinante para aprofundar a mobilização de 44 categorias do funcionalismo, que, em plenária na tarde desta segunda-feira, discutem o prolongamento da paralisação, prevista inicialmente para se encerrar na quinta-feira. Em tom irônico, os líderes sindicais disseram pela manhã, na sede da Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado (Fessergs), em Porto Alegre, que a greve pode ser “parcelada” e ir mais longe. Para isso, basta um ajuste de calendário entre as entidades e o consenso das lideranças, o que será buscado na plenária. O Sindicato dos agentes diz que pode abandonar os presídios do Estado. — Esse governo não nos fará curvar. Agora ele mexeu com as nossas famílias, e aí agiremos como leões e leoas. Hoje o chamado no sindicato foi mais forte. Estamos beirando 100% de adesão ao movimento. A falta de sensibilidade desse governador (José Ivo Sartori) é impressionante — afirma Helenir Schürer, presidente do Cpers/Sindicato.

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