homem-olha-prateleiras-vazias-na-secao-de-garrafas-de-agua-em-supermercado-de-washington-dc-1453418527760_615x470Depois de alguns frigoríficos decidirem paralisar suas atividades por conta do protesto de caminhoneiros, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) informou nesta quarta-feira que os supermercados gaúchos enfrentam problemas de abastecimento.

O presidente da entidade, Antônio Cesa Longo, salientou que os mercados contam com um estoque médio de segurança de 15 dias nos produtos não perecíveis. Entres os itens estão massas, biscoitos, grãos, leite, açúcar, bebidas, farináceos, matinais, condimentos, doces, bombonière, etc.), higiene e beleza, limpeza, bazar e não alimentos em geral. “Com relação a estes produtos, não há risco de desabastecimento para o consumidor final em um curto prazo”, destacou Longo.

A situação mais preocupante recai sobre os perecíveis, que não são estocados pelos supermercados por seu curto prazo de shelf life. “A partir dos próximos dias, se a situação não se normalizar, poderá haver desabastecimento em itens de hortifrúti, carnes, frios e laticínios refrigerados, por exemplo”, explica o presidente da Agas. Segundo Longo, os problemas vão aumentar gradativamente, à medida que os supermercadistas não conseguirem repor as mercadorias vendidas nas lojas do setor.

 

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