No Brasil, há décadas foi instituída a prevenção de doenças com base na imunização por vacina. Milhares de crianças morriam por doenças como o sarampo, coqueluche, varíola e outras. Nestes idos tempos do século passado também vimos milhares de crianças deformadas pela paralisia infantil e que agora está erradicada no Brasil e praticamente no mundo graças a campanha do Rotary Internacional de conscientização dos povos.

Naqueles tempos, dos idos de 1970 a enfermidade que levou milhares de pessoas à vacinação foi a meningite meningocócica, bem como a tradicional varíola. Se formavam filas defronte à Igreja Matriz de Osório e do alto da escadaria agentes sanitários da Sucam – Superintendência de Campanha de Saúde Pública com suas pistolas vacinavam centenas de pessoas no dia. Algo imaginável atualmente devido às contaminações que ocorreriam por uso do mesmo aparelho compartilhado pelas mesmas pessoas (hepatite, Aids, etc). Nas casas, a Sucam escrevia na parede número de vacinados/moradores de cada residência. A população não era bombardeada por falsos especialistas dando pitaco sobre a imunização em massa, mas a população atendia por reconhecer o perigo e pela campanha de imunização de todos.

Vemos agora, passados mais de 50 anos uma nova doença, similar ao H1N1 na sua forma de contágio, mas mais agressiva no organismo mais debilitado. Não que este organismo seja de pessoa mais idosa, mas por excesso de zelo em evitar contato com patógenos durante a vida e, portanto, não desenvolvendo as defesas naturais do organismo. Há crianças que raramente colocam o pé na areia, ou tomam banho de chuva ou engatinham pelo assoalho das suas casas ou apartamentos. Para piorar a alimentação é pouco saudável, rica em gorduras, açúcares e nitrogenados tornando muitos jovens em velhos por dentro. Assim, a nova geração não chegará aos 90 anos e muitos morrerão antes de completar 60, quando não antes ainda por um acidente de motocicleta (são mais de 1 milhão de acidentados todos os anos com milhares de mortes).

A COVID 19 tem gerado menos mortes do que a AIDS (cerca de 1,5 milhão morreram neste ano e nem por isso houve lockdown. Estranhamente agora que foram reduzidas as restrições de mobilidade dos cidadãos aumentam velozmente os casos de contaminados e cai diariamente os óbitos. Seria por que foram liberados os remédios indicados para profilaxia como o Cloroquina e a Ivermectina, assim como vitamina D e Zinco ou por que a população está consciente do perigo e toma as próprias precauções anunciadas? É estranho depois de vermos empresas e famílias verem seus negócios e empregos sumirem e terem de se socorrer de auxílio emergencial e ainda sustentarem todo o serviço público que pouco lhes servem. Aliás, mais atrapalham do que auxiliam as pessoas.

Mas então por que estão a polemizar sobre a vacinação para a Covid, se sempre os órgãos sanitários assumiram uma responsabilidade enorme para o bem da população sem a necessidade de obrigar à vacinação? Por que um governador tenta imunizar seus cidadãos com uma vacina contratada há um ano, sem que houvesse a contaminação do tal vírus e ainda tenta obrigar sem ter esta vacina sua eficiência comprovada.

A vacina é uma opção do possível a quem assim desejar e acreditar em sua eficácia e importância. Pode o cidadão optar pela imunização comunitária onde milhares já se contaminaram e nada tiveram de grave.

A única vacina que é obrigatória é o VOTO. Esta imuniza contra políticos corruptos, comunistas, ladrões e vendilhões da pátria. Você eleitor deve aplicar esta vacina no próximo dia 15 e assim estará protegendo a todos.