A demora na retomada das atividades escolares está ampliando o número de analfabetos. Já temos milhares de analfabetos funcionais, analfabetos sem terem nunca passado nos bancos escolares e os analfabetos da geração Paulo Freire. Agora para completar temos os professores que não querem voltar às salas de aulas, mesmo para fazerem o que mal fazem, promover a intelectualidade do aluno e o desenvolvimento integral da criança.

Está na hora de União, Estado e municípios colocarem na mesa a volta às atividades escolares. Se o professor não quer assumir a sua função passa para a licença não remunerada, permitindo a contratação de quem realmente quer trabalhar em prol da educação. Haverão os professores militantes que se esconderão na cortina da pandemia. Mas certamente estes não deixaram de ir ao supermercado, ao posto de gasolina, à farmácia ou em lojas de vestuário. O melhor é estar em casa, ou sabe-se lá onde, fazendo de conta que está com aulas remotas.

Se os governantes checassem o celular destes professores, verificariam seus roteiros de localização e perceberiam o quanto estes professores “ficaram em casa”. Nada que um racker, que a ex-deputada Manuela Dávila conhece muito bem onde há uns bons que não possam dar esta contribuição. A pandemia está a se prolongar por que os jovens em vez de escola estão nas festas na noite a mercê do banditismo do tráfico. Estas mesmas professoras serão aquelas que ao retornarem os alunos para a escolas levarão palavrões, empurrões e até tapa na cara de seus alunos pela perda do respeito a quem os alunos teriam, ou deveriam ter.

Uma professora do município de Osório em rede social usa tom de deboche para dizer que não retornará à sala de aula até fim da pandemia. A missivista inclusive cita com orgulho de que entrou na prefeitura “pela porta da frente” e que é “só fazer um concurso e passar aí você consegue também receber em casa”. É com este tipo de professora que a educação vai de mal a pior e deveria haver uma avaliação anual dos professores para eliminar os descompromissados com esta nobre missão e quem sabe possa encontrar outra oportunidade de trabalho permitindo o ingresso de pessoas mais competentes.

Este é o momento do poder público passar a avaliar seus corpo funcional em nome da comunidade que custeia este tipo de pessoa que em nada contribui para a comunidade.

Volta às aulas sim. De forma imediata com os cuidados necessários que qualquer empregado de empresa privada está submetido. Se não tem condições de retornar podem solicitar a exoneração, a licença sem remuneração e se for o caso a aposentadoria proporcional. Que este “professor” se tem todo este conhecimento e sabedoria que alguns pregam é o momento de partirem para o empreendedorismo e terem sua própria estrutura e pagar seus empregados sem trabalhar e ainda pagar os impostos par pagar quem realmente quer trabalhar pela sociedade.

Este é o momento de terminar com o mimimi dos professores. Se não tem competência ou condições assim como entrou pela porta da frente pode usar a mesma que é a serventia da casa e que tenha sucesso na nova empreitada, mas para quê se pode ficar engordando em casa e enchendo a cabeça com novelas.


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